Monthly ArchiveSeptember 2004



Austrália 25 Sep 2004 22:57

Diversos

Nas primeiras semanas depois de chegar aqui, fui fazendo uma lista de assuntos sobre os quais eu queria falar aqui. A maior parte eu acabei mencionando em um momento ou outro, mas sobraram vários assuntos pequenos que não merecem muito texto, mas merecem menção. Então, vou aproveitar agora para “fazer a limpa” nessas sobrinhas:

  • comida chinesa: a daqui é mais no estilo da que se encontra nos EUA, e não da que tem no Brasil; ou seja, não se pode ir a um restaurante chinês aqui esperando encontrar coisas que existem no cardápio do China In Box. É boa também, mas é diferente, e é preciso lembrar sempre de perguntar se o prato não é picante.
  • Melways: é um guia de ruas de Melbourne. Melhor dizendo, é o guia de ruas de Melbourne. É o que todo mundo usa, e até comerciais de TV dão, junto com o endereço, as coordenadas do Melways (“map 52, E4″). Tem para vender em todas as bancas de jornais, e saem edições novas todos os anos; as dos anos anteriores continuam a venda, e são mais baratas.
  • stocktake sales: o ano fiscal aqui vai de 01/07 a 30/06, então o meio do ano é o período das liquidações de balanço. Todo tipo de loja tem, a gente até enjoa de ver propagandas disso. Mas, procurando, se acha boas ofertas.
  • TV: não sei se mencionei, mas muitos dos programas que no Brasil passam em TV a cabo aqui estão na aberta: CSI, CSI Miami, The O.C., Monk, Queer Eye, X Files, Simpsons, Stargate etc. Tanto que até hoje não temos cabo, e não sentimos falta (mesmo tendo só cinco canais).
  • aniversário da rainha: é um dos feriados do primeiro semestre, aconteceu um pouco depois que chegamos, no início de junho. Eu fiquei um tempo me perguntando se o feriado mudaria de data quando muda a rainha, mas descobri que não: essa é a data “tradicional” para o feriado; a rainha faz aniversário em abril…
  • bondes: aqui a rede de bondes é “para valer”, não é como aqueles resquícios turísticos de San Francisco. Ela se estende até uma distância razoável do centro, e é responsável pelo número baixo de ônibus que circulam no centro (nos subúrbios tem mais ônibus, pelo que ouvi dizer). São muito legais e muito práticos, mas criam uma certa confusão no trânsito… é mais complicado dirigir em algumas ruas por causa deles (em algumas maiores, a linha de bondes é isolada dos carros, ao menos onde eles param; nas menores, os passageiros descem no meio da rua direto)

E acho que é isso. Os outros assuntos que eu anotei, ou já foram mencionados, ou eu esqueci o que é que eu queria dizer…

Austrália 21 Sep 2004 10:04

Telefones

Antes de sair do Brasil, nós compramos traveller cheques da American Express e ganhamos de brinde dois cartões telefônicos pré-pagos da Embratel, no valor de R$20 cada, que podiam ser usados para ligar do exterior para o Brasil. Ontem nós decidimos usar os cartões, porque estava chegando a data de expiração deles e nós tínhamos motivo para ligar para o Brasil.

O que aconteceu foi que o computador da Embratel discordava da data de vencimento impressa no cartão; o cartão dizia 30/09/2004, a Embratel dizia que ele já tinha expirado. Depois de um bom tempo de conversa com os atendentes da Embratel, ganhamos um novo número de cartão, no valor de R$40, e conseguimos ligar para São Paulo com ele.

Para encurtar a história: 40 reais de crédito na Embratel dá para nove minutos de conversa entre a Austrália e o Brasil. São R$4,11 por minuto!

Logo que chegamos aqui, nós compramos um cartão pré-pago de uma companhia pequena local (Victory Phone Card), por A$30 (nós podíamos escolher o valor). Com ele, podíamos ligar para o Brasil pagando algo como 1.5 cents por minuto para SP, e uns 3 cents por minuto para o RS. Ou seja, a tarifa da Embratel é mais ou menos 60 vezes a desse cartão.

Há que se dizer, no entanto, que a qualidade da ligação pela Embratel é muito melhor. Eu acredito que essas companhias pequenas comprem espaço em canais sub-utilizados de satélite, e “comprimam” muito mais o sinal (isso se não estiverem fazendo VoIP em parte do trajeto). Mas ainda fica bem razoável para uma conversa normal, e a diferença de preço é enorme.

Em outro assunto vagamente relacionado, nós compramos um celular aqui há pouco tempo. Algumas curiosidades: celulares aqui não estão vinculados a um local: existe um código de área próprio para celulares (04) e ligações de/para celulares custam o mesmo preço para qualquer lugar do país. Também não existe tarifa de roaming, você pode usar o celular em qualquer lugar pela mesma tarifa (a não ser que você esteja fazendo roaming pela rede de outra operadora, em áreas em que a sua não atende). Mas as tarifas são caras; a mais barata que lembro de ter visto era de uns 70 cents por minuto. SMS e MMS costumam custar cerca de 25 cents cada. E celulares pré-pagos, por algum motivo que até agora não entendi, geralmente cobram tarifas mais baixas.

Existem quatro grandes operadoras: Telstra, Optus, Vodafone e 3 (todas em GSM). Tem também a Orange, que opera uma rede CDMA só em Sydney e Melbourne, e a Telstra tem uma rede CDMA antiga que atende a todo o país, mas que está caindo em desuso. E existem várias empresas pequenininhas que vendem o uso da rede de alguma das grandes com a sua própria marca, geralmente mais barato. E é muito comum haver promoções em que o celular é grátis em troca de se assinar um contrato por 24 meses com a operadora em um plano com assinatura mensal.

Nós optamos por uma dessas mini-operadoras (que usa a rede da Vodafone), e optamos por um plano sem assinatura mensal, pagando pelo celular (em 24 vezes, A$7 por mês) e pelo valor das ligações. Até agora estamos satisfeitos, mas não somos grandes usuários de celular. Tivemos alguns problemas ao pedir o celular, no entanto; pedimos online, e o site dizia que receberíamos em cinco dias úteis. No sexto dia útil, como não havia chegado, ligamos para lá e nos disseram que não tinham mandado porque não tínhamos dado o número da carteira de motorista. Bom, não era obrigatório no formulário, e não temos carteira local… acabamos tendo que mandar um fax do passaporte e de um comprovante de residência, mas depois finalmente mandaram um Nokia 1100 muito bonitinho. Levíssimo, e a bateria dura um absurdo de tempo.

Detalhe que eu mais gostei no celular: existe uma opção chamada “Display Cell Info”, que mostra na tela continuamente o nome da estação-base (“antena”) a qual ele está conectado. Não sei se esse é o procedimento comum, mas aqui o nome das estações é o local onde elas estão. Então, quando estamos em casa, ele mostra “Melb CBD”, ou seja, Central Business District de Melbourne. Quando fomos a Bentleigh visitar um pessoal, ele mostrava lá “Bentleigh”, e no caminho pudemos acompanhar os nomes dos subúrbios por onde passávamos. É quase como ter um mini-GPS com uma resolução bastante baixa :-)

Austrália 20 Sep 2004 14:51

Footy finals

Com o Grêmio do jeito que está, o melhor a fazer é falar do futebol daqui mesmo… No próximo sábado acontece a final do campeonato, que é uma ocasião, digamos, grandiosa. Durante a semana toda acontecem eventos pela cidade, que culminam com o grande jogo na tarde de sábado. As semi-finais foram nesse último final de semana, sexta e sábado à noite.

Andei descobrindo algumas coisas interessantes sobre esse tal de futebol. O campeonato e a liga existem desde 1897; hoje a liga se chama AFL, Australian Football League, mas ela começou como VFL, Victorian Football League. No fundo, é uma coisa meio “local” aqui de Melbourne, apesar de ser um campeonato nacional: no início, todos os sete times eram daqui; hoje são 16 times, mas só quatro são de fora do estado (Port Adelaide, Sydney, Brisbane e West Coast, que é de Perth), e dos que são do estado só um não é de Melbourne (Geelong). Aliás, o primeiro time de fora do estado (Sydney) apareceu só em 1982.

Por conseqüência, a final do campeonato é sempre disputada aqui em Melbourne, no MCG (Melbourne Cricket Grounds, o estádio mais antigo daqui); das 107 finais até hoje, só quatro não foram ali (três na época da Segunda Guerra, e uma por causa de uma reforma). E essa vai ser a primeira final em que nenhum time é do estado: vai ser entre Port Adelaide e Brisbane (Brisbane ganhou nos últimos três anos, e é favorito para ganhar de novo).

Me parece, também, que a “paixão” pelo futebol é maior aqui em Melbourne do que em outras áreas, mas pode ser impressão. O fato é que em dias de jogos se vê muita gente na rua usando cachecóis com as cores dos times (essa parece ser a forma preferida de demonstrar preferência, o que é compreensível, já que o futebol é um esporte de inverno; o esporte de verão aqui é cricket). E existe uma competição chamada “football tipping” que é típica daqui; é mais ou menos como uma loteria extra-oficial, em que as pessoas apostam, a cada rodada, em quem vai ganhar cada jogo, e ganham um ponto por acerto (empates podem acontecer, mas são muito raros e quase ninguém aposta neles; acontece em média um por ano). É muito comum em escritórios, escolas e outros lugares onde pessoas se reúnem. Vários sites fazem competições online, também, e alguns até dão prêmios. Até quem não entende nada de futebol costuma entrar no jogo.

Resumindo, é uma competição muito mais tradicional que o nosso campeonato brasileiro… mas tenho que admitir que a dinâmica do jogo ainda é um mistério para mim. Estou entendendo as regras, já, e em geral sei o que está acontecendo em campo, mas a tática dos times ainda parece ser “salve-se quem puder”…

Austrália 17 Sep 2004 14:36

Yerba

No final de semana passado, nós fomos dar uma caminhada em uma área da cidade que tem vários restaurantes e lojas árabes / libanesas. O objetivo era procurar esfihas, ou qualquer coisa relativamente parecida com isso. O nome do lugar é Brunswick, e se chega lá de trem (foi recomendado por uma cabelereira libanesa); fica a uns 15 minutos do centro.

Chegando lá, realmente vimos vários restaurantes de várias etnias (turco, nepalês, libanês…), e muitas lojinhas com uma inifinidade de produtos comestíveis interessantes. Numa delas, tive uma grande surpresa: eles vendem erva-mate! Ou, mais exatamente, yerba mate, importada da Argentina. Não sei se tem muito mercado aqui, especialmente entre libaneses. Mas, se mais algum gaúcho aparecer por aqui, já sabe que não precisa trazer tanto estoque. (não, não vi o preço…)

A propósito, achamos esfihas, mas com o nome de “Lebanese pizza”, e mais ou menos do tamanho de uma pizza média, mesmo (mas bem mais barata). Fora isso, muito parecida, mas com um ligeiro sabor adocicado; acho que vai cravo na preparação da carne.

Austrália 17 Sep 2004 10:47

Passeando no parque

Duas semanas atrás, aproveitamos uma fria mas ensolarada tarde de sábado para ir passear no Fitzroy Gardens, um parque que fica na “borda” do CBD, perto do Parlamento. É um parque bem agradável, bem “aberto”, com grandes gramados e algumas áreas com vegetação bem densa. Tem uma estufa com flores, e havia uma fonte decorada com estátuas de animais marinhos (se chama “Dolphin’s Fountain”), mas ela está seca agora por causa do racionamento de água.

E aí vão algumas fotos do parque!

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Acaso 14 Sep 2004 17:04

Mais tabuada…

Para quem estiver interessado em mais tabuadas do que tem abaixo, ou quiser treinar tabuada online, aí vai: Tabuada Interativa.

E, para quem tiver um iPod Touch ou um iPhone, há uma versão também para estes equipamentos. Ela permite ver e treinar tabuadas, com vários níveis de dificuldade e com registro dos melhores resultados e tempos. Disponível na iTunes App Store.

Depois que eu escrevi este inocente texto, mais de 30 pessoas já chegaram ao meu site vindos do Google, procurando por “tabuada”. Então, para ajudar esse pessoal, aí vai:

0 x 0 = 0
0 x 1 = 0
0 x 2 = 0
0 x 3 = 0
0 x 4 = 0
0 x 5 = 0
0 x 6 = 0
0 x 7 = 0
0 x 8 = 0
0 x 9 = 0
0 x10 = 0
1 x 0 = 0
1 x 1 = 1
1 x 2 = 2
1 x 3 = 3
1 x 4 = 4
1 x 5 = 5
1 x 6 = 6
1 x 7 = 7
1 x 8 = 8
1 x 9 = 9
1 x10 = 10
2 x 0 = 0
2 x 1 = 2
2 x 2 = 4
2 x 3 = 6
2 x 4 = 8
2 x 5 = 10
2 x 6 = 12
2 x 7 = 14
2 x 8 = 16
2 x 9 = 18
2 x10 = 20
3 x 0 = 0
3 x 1 = 3
3 x 2 = 6
3 x 3 = 9
3 x 4 = 12
3 x 5 = 15
3 x 6 = 18
3 x 7 = 21
3 x 8 = 24
3 x 9 = 27
3 x10 = 30
4 x 0 = 0
4 x 1 = 4
4 x 2 = 8
4 x 3 = 12
4 x 4 = 16
4 x 5 = 20
4 x 6 = 24
4 x 7 = 28
4 x 8 = 32
4 x 9 = 36
4 x10 = 40
5 x 0 = 0
5 x 1 = 5
5 x 2 = 10
5 x 3 = 15
5 x 4 = 20
5 x 5 = 25
5 x 6 = 30
5 x 7 = 35
5 x 8 = 40
5 x 9 = 45
5 x10 = 50
6 x 0 = 0
6 x 1 = 6
6 x 2 = 12
6 x 3 = 18
6 x 4 = 24
6 x 5 = 30
6 x 6 = 36
6 x 7 = 42
6 x 8 = 48
6 x 9 = 54
6 x10 = 60
7 x 0 = 0
7 x 1 = 7
7 x 2 = 14
7 x 3 = 21
7 x 4 = 28
7 x 5 = 35
7 x 6 = 42
7 x 7 = 49
7 x 8 = 56
7 x 9 = 63
7 x10 = 70
8 x 0 = 0
8 x 1 = 8
8 x 2 = 16
8 x 3 = 24
8 x 4 = 32
8 x 5 = 40
8 x 6 = 48
8 x 7 = 56
8 x 8 = 64
8 x 9 = 72
8 x10 = 80
9 x 0 = 0
9 x 1 = 9
9 x 2 = 18
9 x 3 = 27
9 x 4 = 36
9 x 5 = 45
9 x 6 = 54
9 x 7 = 63
9 x 8 = 72
9 x 9 = 81
9 x10 = 90

Austrália 06 Sep 2004 23:30

Praia! Com fotos!

Finalmente, depois de muita demora, algumas fotos da praia! É só clicar no link abaixo para ver todas elas.

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Austrália 06 Sep 2004 23:25

Dia dos Pais

Domingo passado (05/09) foi o dia dos pais aqui na Austrália. Não é interessante como o dia das mães é o mesmo no mundo inteiro, mas o dia dos pais varia tanto? No Brasil é em agosto, nos Estados Unidos (e Canadá, acho) é em junho, aqui é em setembro…

Nada mais de interessante a comentar, não. Só achei esse fato peculiar.

Austrália 03 Sep 2004 16:08

O circo vem aí

O Cirque du Soleil está vindo para Melbourne! Vai passar primeiro por Sydney (acho que já está lá, na verdade) e depois vem para cá. Os ingressos já estão à venda, a precinhos bem salgadinhos… o mais barato, que deve ser a mais ou menos uns 500 metros do palco (sim, estou exagerando um pouco) custa A$69 em matinés em dias de semana (uns R$140). Em horários mais acessíveis, fica um pouco mais caro.

Comparativamente, os ingressos para o GP de Melbourne de F1 do ano que vem começam em A$99.

A propósito, o circo estréia dia 5 de março. É, faltam seis meses, e coincidentemente é no mesmo final de semana da Fórmula 1. Não é meio estranho comprar hoje um ingresso para, daqui a seis meses, ir ao circo? Exige um bom nível de planejamento…

Austrália 02 Sep 2004 17:00

Navegar é preciso

Sábado passado fomos passear de barco. Ficamos sabendo que existe um barco que faz passeios para turistas pelo rio Yarra de graça, e fomos aproveitar.

Não é exatamente algo “filantrópico”; o barco é um restaurante, e acredito que eles esperam ganhar dinheiro vendendo comida e bebidas ao invés de vendendo o passeio. Mas eles não forçam ninguém a pedir nada para participar; nós pedimos só uma Pepsi, e poderíamos não ter pedido nem isso, sem problemas.

Sobre o passeio: o barco sai do centro da cidade, de uma área bem movimentada que fica atrás da Flinders Station, a principal estação de trens daqui. A partir dali, ele vai descendo (ou subindo? agora me ocorreu que não sei em que direção o rio flui…) o rio, passando por parques, pelo jardim botânico, pelo Olympic Park (onde ocorreram várias competições das Olimpíadas de 1956) e por várias vizinhanças bem bonitinhas, quase britânicas. Em todo o trajeto existem trilhas para bicicletas e para caminhadas na margem do rio, e as margens parecem muito bem cuidadas. A água, por outro lado, não parece particularmente limpa (é escura), mas não tem nenhum cheiro que indique excesso de poluição.

O dia estava muito agradável, e ficamos no “terraço” do barco. Como fizemos o passeio no final da tarde, depois que o sol se pôs começou a ficar meio frio, mas em geral estava muito bom. Também, por ser nesse horário, vimos os pássaros se recolhendo para dormir nas vigas que ficam embaixo das pontes; a cada ponte que passávamos éramos recebidos pelo barulho altíssimo de centenas de pássaros se acomodando, com certeza contando as novidades do dia para os colegas.

Falando em pássaros, vimos nossos primeiros exemplares da fauna local durante o passeio: havia um bando de cacatuas se divertindo em um gramado na beira do rio. Elas são bastante grandes, e nada discretas, os gritos eram audíveis a centenas de metros. E não pareciam se incomodar com as pessoas que passavam por ali a pé ou em bicicletas.

Outra coisa que fizemos no sábado foi passear um pouco pelo cassino aqui de Melbourne, que também fica à margem do rio. É relativamente grande, mas muuuito menor do que os de Las Vegas (não que isso seja uma comparação justa). Estava bastante cheio no sábado à tarde, mais do que eu esperava. Andamos um pouco, tentamos entender os caça-níqueis (mais complicados do que os que eu conhecia dos EUA), olhamos um pouco as roletas, e saímos. Estava um dia bonito demais para ficar dentro de um cassino escuro. Ah, e não apostamos nada.

Tampouco tiramos fotos, aliás. Algum outro dia a gente vai de novo e bate algumas (já que é de graça…).